Os hormônios vão bem, obrigada.

E na hora de falar em longevidade  e vida saudável, é comum citarmos alimentação
aliada a prática de atividade física regular.  Porém, de forma espantosa, o assunto
“hormônios” ainda é vetado socialmente.

Várias vezes me questionei e cheguei a própria conclusão: reposição do hormônio feminino é geralmente, na menopausa e esta associada ao envelhecimento. Isso é um crime, na sociedade de hoje, que poucas pessoas querem assumir.
Minha proposta é falar com “mulheres reais” e devo ser fiel a isto, então vamos lá.
Iniciei a reposição do estrogênio aos 42, dois após a histerectomia(retirada do útero), por sugestão da minha ginecologista que, analisando os resultados dos meus exames de sangue me informou que eu estaria entrando em uma pré-menopausa, aquela situação em que você menstrua um mês e no outro não, mais ou menos assim e se quisesse poderia iniciar a reposição.
Os benéficos? Bem, não pergunte o que são os calores da menopausa, ou outros
sintomas como depressão e a famosa “barriga de vovó”, não vou saber explicar.
Os contras? Apenas nos primeiros três meses tive um pouco de retenção hídrica, até a
adaptação do organismo ao hormônio, o que foi controlado com sessões de drenagem
linfática. No meu caso apenas isso.

 
Óbvio que cada caso é único e que você não irá iniciar seu tratamento baseado em um
post de internet, mas buscar um profissional, informar-se e ver se suas condições lhe
permitem a reposição, isto sim eu aconselho.

 
Qualquer deficiência hormonal é passível de reposição, então por que o preconceito? A
ciência hoje nos dá a segurança de fazer uso deles sem prejuízo.

 
Eu, deliberadamente roubei do blog da Dra Juliana Gabriel algumas informações que
compartilho aqui, como “a segurança da reposição hormonal feminina vem crescendo
cada vez mais, em especial quando são usados os hormônios humanos, aqueles mais
próximos dos hormônios produzidos naturalmente pelos ovários.

 
Então vamos ao famoso indicado/contra indicado, que nós adoramos.

 
A reposição hormonal está indicada para:
 Alívio dos sintomas da menopausa (ondas de calor, alteração do humor, etc);
 Conservação do trofismo vaginal (lubrificação);
 Preservação do osso (prevenção e tratamento de osteoporose) e da pele;
 Melhora do bem-estar geral;
 Melhora da sexualidade.

 
A reposição está contra indicada:
 Existe a presença de tumores que dependam de estrogênios, como os de mama e
endométrio, em atividade ou recentes;
 Tromboembolismo agudo (obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo);

 Exame que detecte Trombofilia – uma tendência a fazer tromboembolismo – com
resultado positivo (devido à hereditariedade, doenças auto-imunes ou malignidade);
 História comprovada de tromboembolismo prévio;
 Sangramento vaginal ou lesões do endométrio, identificadas à ultra-sonografia
transvaginal, ou das mamas, não esclarecidas e à mamografia;
 Doenças do fígado, principalmente quando a THM é feita por via oral.”

 
Este post não tem intenção de recomendar o que deve ser feito, mas de compartilhar
uma coisa que considero importante no que diz respeito a envelhecer com qualidade de
vida.

Mas o que posso recomendar com certeza uma boa leitura a respeito em
www.drajulianagabriel.com.br
Vamos nos lembrar sempre de que o objetivo é envelhecer bem, com saúde e qualidade
de vida. Esta deve ser nossa grande meta.

 

Fonte: Dra Juliana Gabriel
http://www.drajulianagabriel.com.br

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