Sabe o que é Chlorella?

Com o Verão sempre chegam novidades e informações. Desde a última
estação tenho ouvido muito falar na Chlorella, muito usada pelas bloguers para
secar o corpo. Mas foi em um workshop com o nutricionista Luciano Bruno que a
curiosidade despertou e comecei a pesquisar para entender.

Chlorella é uma microalga de água doce de elevado valor nutritivo que pode ser
usada para estimular o sistema imune, e não apenas para emagrecer, ou secar,
sendo indicada também para combater problemas gastrointestinais e doenças
degenerativas. Seu nome científico é Chlorella Vulgaris e pode ser comprada em
lojas de produtos naturais e em algumas farmácias de manipulação.
Pode ser encontrada na forma de extrato, pó, tabletes ou cápsulas, e traz os
seguintes benefícios para a saúde:

1. Favorecer o ganho de massa muscular, pois é rica em proteínas e contém
os BCAAs;
2. Prevenir anemia e cãibras, pois é rica em vitamina B12, ferro e vitamina C;
3. Melhorar a pele e os cabelos, por ser rica em beta-caroteno e vitamina C;
4. Reduzir a inflamação, pois contém ômega-3;
5. Desintoxicar, pois a ajuda a eliminar metais pesados do organismo;
6. Reduzir o colesterol, pois contém niacina, fibras e antioxidantes;
7. Controlar a pressão alta, por conter nutrientes como arginina, cálcio, potássio
e ômega-3, que ajudam a relaxar os vasos sanguíneos.
É importante lembrar que os benefícios da clorella só são obtidos quando esta alga
é consumida na forma de suplemento, pois a alga in natura não é digerida pelo
intestino.

A dose recomendada deve ser a indicada pelo nutricionista e não estão descritos
efeitos colaterais, mas o excesso pode causar diarreia, coceira e erupção na pele.
Também não são conhecidas contraindicações da Chlorella, no entanto, mulheres
grávidas, em fase de aleitamento ou crianças, devem consultar um nutricionista
antes de iniciar sua ingestão.

Já que é para suplementar, então vamos de produtos naturais, extratos de plantas
e ainda mais quando são bem recomendados.

Síndrome do pânico – avião

Faz algum tempo que não escrevo sobre nada e hoje me lembrei de um momento bem
difícil que tive que enfrentar anos atrás, o pânico.

A síndrome do pânico afeta um grande número de pessoas e de diversas formas.
Algumas não saem de casa a noite, outras não conseguem dirigir e uma forma bem
comum, ou mais visível é o medo de avião.

Deixei de fazer muitas viagens sonhadas na minha vida por medo de avião, até os meus
trinta e seis anos, quando decidi enfrenta-lo.
A concretização da síndrome se deu quando tive uma crise em um voo e duas
comissárias tiveram que me acalmar até que eu desembarcasse no aeroporto mais
próximo. Situação constrangedora, pois além do choro descontrolado que
provávelmente assustou os demais passageiros, ainda teve o atraso, pois tiveram que
procurar minha bagagem para que a mesma desembarcasse comigo. Enfim, perdi a
viagem e um pouco da fé em mim mesma. Foi desnorteante, me senti derrotada.

Mas o que era o pânico? Medo de morrer? Um pouco, mas o principal, no meu caso, era
sentir-me impotente em um espaço confinado onde eu não tinha o menor controle da
situação.

Vejamos da seguinte forma: quando dirigimos um veículo em uma auto estrada ou em
centros urbanos, temos a “falsa” crença de controle da situação, afinal são inúmeros
fatores de risco a nossa volta dos quais não temos absoluto meio de administrar a não
ser a nós mesmos.
Detectado este fator causal me restava o enfrentamento. E assim me aventurei. Mais
uma vez afirmo aqui para vocês, busquei ajuda profissional com psicólogo e psiquiatra.
O pânico raramente é administrado sem medicação própria, principalmente no início.
Outra coisa muito importante sobre medicação é que as pessoas a consideram um
demérito e não é nada disso! A medicina pesquisa há séculos para nos proporcionar
qualidade de vida e os ansioliticos estão ai para isto mesmo, desde que bem
administrados.

Então fiz minha primeira viagem a fim de vencer o pânico para Porto Seguro, super em
alta na época, era um réveillon e eu ainda fui sozinha- sempre fui muito independente!
Pois é, só e com muito medo, mas fui, era meu momento.
Partimos de Guarulhos e uns trinta minutos antes do embarque eu tomei o meu
ansiolítico. Mesmo assim durante o voo eu rezei muito, desesperadamente para ser
sincera, minhas mãos transpiraram, tive um pouco de taquicardia, meus lábios
amorteceram e chorei baixinho.
Chegamos no aeroporto e aquela famosa sensação de vitória, mesclada a zoeira da
medicação, me veio e eu experimentei a liberdade de ter escolhido meu destino e de tê-
lo alcançado. Aproveitei divinamente meu feriado de ano novo, sem pensar que na volta
e no que teria que enfrentar de novo.

Óbvio que o mesmo aconteceu no retorno, todas as reações do voo de ida, mas com um
pequeno diferencial. Ao nos aproximarmos de São Paulo- eu falei que era Guarulhos,
lembra-se? – já era noite e a cidade estava linda e eu encontrei um espaço dentro daquele
meu desespero para contemplar a beleza das luzes que deixavam a cidade tão dura em
um tom dourado. O medo havia dado uma brecha a contemplação e isto era um bom
sinal.

E assim fui caminhando, ou melhor voando. No início pequenas distâncias, voos de
quarenta minutos, uma hora, duas, nada é de repente em se tratando de temores tão
graves. Até que cheguei na Europa, meu sonho de adolescente. Me lembro bem de ter
chorado quando subi na Torre Eiffel, como eu desejara aquela viagem! Com remédios e
depois com uma taça de vinho , até que sem precisar de mais nada eu fui buscando
novas rotas.

Aprendi a prestar menos atenção no medo e observar mais a paisagem da janela, até
hoje não me enjoei de ficar olhando e também aprendi a apreciar a obra de engenharia
maravilhosa que é uma aeronave, afinal é ela, a engenharia que nos leva as alturas.
Sempre na decolagem fico atenta ao esforço daqueles motores vencendo a gravidade e
uma aterrisagem bonita também me chama atenção. Então como uma criança eu me
torno fã do comandante, dos engenheiros e de toda humanidade.
Matemática, física, mecânica, ciências exatas dominadas pelo homem em um raciocínio
brilhante e persistente, que tornaram nosso mundo menor, mais acessível, mais
conhecido, mais admirado e admirável. Passar a observar tudo isto tornou-se uma
maneira bem mais agradável do que focar nas minhas mãos trêmulas.

Vencer o medo de voar me agregou outras vitórias ao longo do tempo, afinal o que mais
poderia me deter? E assim fui vencendo os demais temores e me fortalecendo no sentido
de me conhecer melhor, respeitar minhas limitações, entender o mecanismo delas até o
momento adequado para enfrenta-las.

A grande e interessante vantagem deste crescimento pessoal é que ainda tenho muitas
limitações a vencer e isto torna minha vida desafiadora e motivada, sempre.
Até hoje carrego comigo nas viagens o ansiolítico, pois uma limitação a ser respeitada é
que o pânico é algo que controlamos e não derrotamos, portando jamais deve ser
subestimado, pois ele ainda reside dentro de nós. Não posso garantir que nunca mais
precisarei de remediozinho para enfrentar um voo.

Correr depois dos 50, pode?

A corrida é uma excelente atividade física, tanto para o corpo como para a mente.

Uma vez que pode ser praticada ao ar livre, geralmente em parque e ruas,  permite sua interação com a paisagem e o movimento que acontece a sua volta.

Pode ser praticada por qualquer indivíduo, que esteja apto a realizar atividade física.  Não exige alto investimento além de um bom par de tênis e roupas leves.

Para aqueles que já caminham e possuem melhor condicionamento, a corrida passa a ser natural, pois o esforço exigido para manter a mesma frequência cardíaca no treino obriga a acelerar o passo.

Mas se você é sedentário e deseja iniciar nesta prática lembre-se que alguns cuidados
são necessários, principalmente após os cinquenta.

Peça ao seu médico exames para identificar possíveis doenças ou limitações físicas que
impeçam a prática da corrida. Uma consulta ao nutricionista também é indicado a fim
de detectar possíveis problemas de deficiência alimentar e também melhorar a sua
performance.

O ideal é ter um profissional da área de educação física para determinar seu treino de
acordo com sua capacidade.

De qualquer forma o início deve ser lento. Comece com
caminhadas. Depois de um tempo, passos mais rápidos e em seguida a corrida. Como
seu preparo físico não é bom, corra no máximo durante 1 minuto. Em seguida volta para
caminhada, descanse bem e volte a correr por mais 1 minuto.
Isso pode ser feito 3 vezes por semana durante 20 minutos. Após adquirir o hábito e
quando seu condicionamento físico estiver melhor, pode aumentar para 30 minutos ou
no máximo 45 minutos.

Mas não se esqueça que ao optar pela corrida deverá acrescentar também a musculação para fortalecer os músculos, evitar lesões e tornar a corrida mais fácil.

Lembre-se que não há necessidade de correr todos os dias.
Fique atento a alimentação. Antes de correr o ideal é consumir alimentos ricos em
carboidratos com baixo índice glicêmico, ou seja, carboidratos que são absorvidos
lentamente pelo organismo. Assim, eles serão liberados aos poucos durante a corrida,
evitando-se a hipoglicemia (queda da taxa de glicose no sangue).

Após a corrida, é muito importante que se façam alongamentos, também para evitar
lesões. Além disso, deve-se beber líquidos como água de coco ou água com limão para
hidratar o corpo e fazer uma refeição leve para repor os nutrientes perdidos.

Cheesecake lowcarb

Para matar a vontade de doces de maneira saudável

  • 600g de ricota caseira
  • 03 ovos
  • 220g de creme de leite
  • 01 de medida essência de baunilha 
  • 120g de adoçante forno e fogão 
  • 1/2 x de Castanhas do Pará picadas
  • Geleia de morango sem açúcar para cobrir
Bata tudo no liquidificador.
Coloque em forma untada de fundo removível com as castanhas grosseiramente picadas e leve ao forno para assar por 30 min à 200º
Depois leve para gelar por 4 horas.
Por fim, cubra com geleia de morango sem açúcar.

Os hormônios vão bem, obrigada.

E na hora de falar em longevidade  e vida saudável, é comum citarmos alimentação
aliada a prática de atividade física regular.  Porém, de forma espantosa, o assunto
“hormônios” ainda é vetado socialmente.

Várias vezes me questionei e cheguei a própria conclusão: reposição do hormônio feminino é geralmente, na menopausa e esta associada ao envelhecimento. Isso é um crime, na sociedade de hoje, que poucas pessoas querem assumir.
Minha proposta é falar com “mulheres reais” e devo ser fiel a isto, então vamos lá.
Iniciei a reposição do estrogênio aos 42, dois após a histerectomia(retirada do útero), por sugestão da minha ginecologista que, analisando os resultados dos meus exames de sangue me informou que eu estaria entrando em uma pré-menopausa, aquela situação em que você menstrua um mês e no outro não, mais ou menos assim e se quisesse poderia iniciar a reposição.
Os benéficos? Bem, não pergunte o que são os calores da menopausa, ou outros
sintomas como depressão e a famosa “barriga de vovó”, não vou saber explicar.
Os contras? Apenas nos primeiros três meses tive um pouco de retenção hídrica, até a
adaptação do organismo ao hormônio, o que foi controlado com sessões de drenagem
linfática. No meu caso apenas isso.

 
Óbvio que cada caso é único e que você não irá iniciar seu tratamento baseado em um
post de internet, mas buscar um profissional, informar-se e ver se suas condições lhe
permitem a reposição, isto sim eu aconselho.

 
Qualquer deficiência hormonal é passível de reposição, então por que o preconceito? A
ciência hoje nos dá a segurança de fazer uso deles sem prejuízo.

 
Eu, deliberadamente roubei do blog da Dra Juliana Gabriel algumas informações que
compartilho aqui, como “a segurança da reposição hormonal feminina vem crescendo
cada vez mais, em especial quando são usados os hormônios humanos, aqueles mais
próximos dos hormônios produzidos naturalmente pelos ovários.

 
Então vamos ao famoso indicado/contra indicado, que nós adoramos.

 
A reposição hormonal está indicada para:
 Alívio dos sintomas da menopausa (ondas de calor, alteração do humor, etc);
 Conservação do trofismo vaginal (lubrificação);
 Preservação do osso (prevenção e tratamento de osteoporose) e da pele;
 Melhora do bem-estar geral;
 Melhora da sexualidade.

 
A reposição está contra indicada:
 Existe a presença de tumores que dependam de estrogênios, como os de mama e
endométrio, em atividade ou recentes;
 Tromboembolismo agudo (obstrução de um vaso sanguíneo por um coágulo);

 Exame que detecte Trombofilia – uma tendência a fazer tromboembolismo – com
resultado positivo (devido à hereditariedade, doenças auto-imunes ou malignidade);
 História comprovada de tromboembolismo prévio;
 Sangramento vaginal ou lesões do endométrio, identificadas à ultra-sonografia
transvaginal, ou das mamas, não esclarecidas e à mamografia;
 Doenças do fígado, principalmente quando a THM é feita por via oral.”

 
Este post não tem intenção de recomendar o que deve ser feito, mas de compartilhar
uma coisa que considero importante no que diz respeito a envelhecer com qualidade de
vida.

Mas o que posso recomendar com certeza uma boa leitura a respeito em
www.drajulianagabriel.com.br
Vamos nos lembrar sempre de que o objetivo é envelhecer bem, com saúde e qualidade
de vida. Esta deve ser nossa grande meta.

 

Fonte: Dra Juliana Gabriel
http://www.drajulianagabriel.com.br

Bolinhas de Aveia e Pasta de Amendoin

Bolinhas de Aveia e Pasta de Amendoim, muito simples de fazer e vão muito bem à tarde com cafezinho.

Totalmente sem culpa!

  • 2x aveia
    2cs chocolate em pó 100% Cacau
    2cs Pasta de amendoim 
    2cs adoçante culinário em pó
    1 medida de essência de baunilha
    4cs óleo de coco
    2cs água

Com exceção da água, junto tudo em um bol e vá misturando com a ponta dos dedos. Coloque  a água aos poucos até dar liga para enrolar.
Faça bolinhas e guarde na geladeira.

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Caminhar prolonga a vida

Bem estar físico e mental pode ser alcançado mesmo sem a prática de
atividades complexas ou demoradas. Pense em apenas 20 minutos do
seu dia.
Caminhar diariamente pode se tornar um habito tão natural como beber
água e é uma atividade que pode ser praticada a qualquer hora, em qualquer
lugar e com qualquer roupa e um par de tênis confortável.

Além de fazer bem para as articulações, é um bom estímulo para o fluxo
sanguíneo e também pode reduzir o risco de morte prematura.

Como falo muito em envelhecer com qualidade, não poderia deixar de
aconselhar a pratica de pelo menos 20 minutos de caminhada diária para quem não tem
tempo ou não pode realizar outra atividade.

 
Veja alguns benefícios

1 – Combate a demência
As últimas pesquisas sobre os efeitos de caminhar vêm de uma equipe de
investigadores da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, que
descobriu um vínculo entre a função cerebral cognitiva e o exercício de
baixa intensidade em pessoas que sofrem algum tipo de demência.

A investigação analisou 38 adultos que sofrem de comprometimento
cognitivo vascular – uma causa de demência – e foram instruídos durante
seis meses. Os resultados revelaram que aqueles que faziam passeios com
regularidade, num total de 3 horas diárias, registaram melhores níveis de
função cerebral.

2 – Reduz a probabilidade de morrer de cancro
Dois estudos recentes da Universidade de Tecnologia Queensland
(Austrália) e da Universidade de Harvard (EUA), apresentados em
Chicago, na conferência da Sociedade Americana de Clínica Oncológica,
sugerem que caminhar pode ser anticancerígeno: O primeiro estudo

analisou mulheres que tinham cancro da mama e, ao caminhar três horas
por semana, a probabilidade de morrer da doença reduziu para metade; o
segundo estudo apurou consequências semelhantes em doentes com cancro
no intestino.

3 – Melhora as funções cardíacas
O leque de benefícios cardíacos é vasto e a maioria está associada ao efeito
que caminhar tem no bombardeamento do sangue sem causar demasiada
pressão no sistema cardiovascular.

Uma metanálise de vários estudos realizados entre 1970 e 2007 descobriu
que caminhar regularmente reduz a probabilidade de desenvolver
problemas cardíacos até 31%. Segundo a Stroke Association, um passeio
diário de 30 minutos diminui o risco de AVC até 27%.

4 – Melhora o humor
Jeff Miller e Zlatan Krizan, da Universidade Estadual de Iowa, nos EUA,
realizaram três experiências que indicaram que caminhar tem efeitos
positivos a nível do humor.
Numa das experiências, os participantes foram convidados a visitar um
campus universitário a pé ou através de um vídeo. Alguns participantes
receberam a indicação que no final da visita teriam de relatar os níveis de
felicidade que sentiram nos vários momentos da experiência.

Os resultados revelaram que o humor oscilou nos participantes que
observaram o vídeo e manteve-se estável nos que fizeram a visita a pé.
Neste último grupo os níveis de felicidade aumentaram no final na visita.

5 – Aumenta a vitamina D
Deixar a passadeira do ginásio e optar por caminhadas ao ar livre traz mais
um benefício: A exposição aos raios de sol fará com que o corpo absorva a
vitamina D – o que irá melhorar a saúde dos ossos, dentes e músculos.

Bolo de Cenoura sem Açucar e Glúten

Ingredientes:

• 2 cenouras grandes
• 2 xícaras (chá) de farinha de aveia
• ½ xícara (chá) de adoçante (para forno e fogão)
• 1 colher (sopa) de fermento em pó
• 4 ovos
• ½ xícara (chá) de óleo
• manteiga e farinha de aveia para untar e polvilhar a fôrma

Como preparar:

1. Bata no liquidificador a cenoura, os ovos e o óleo até ficar um creme.
2. Transfira o creme de cenoura batido para uma tigela grande ejJunte os ingredientes secos, aos poucos, misturando com o batedor de arame para incorporar.
3. Asse em forno médio por aproximadamente 40 minutos.

PARA COBERTURA

Ingredientes:

• 3 colheres (sopa) de cacau em pó
• 2 colheres (sopa) de adoçante em pó do tipo granular (para forno e fogão)
• ½ xícara (chá) de creme de leite
• 1 colher (sopa) de manteiga

Leve todos os ingredientes ao fogo baixo. Mexa até que a calda comece a engrossar.

Alho-Poró é saudável chique

Como já disse, vou citar algumas vezes a da Dra. Juliana Gabriel, médica edócrinologista e vegana e irão me perguntar se eu também optei por esta filosofia de vida. Minha resposta é não, porém como eu também já disse,estou sempre buscando aprender mais sobre alimentação, adquirir hábitos melhores e explorar o máximo dos alimentos. Mesmo porque vocês já devem ter lido sobre minha compulsão por doces em post anterior e por isto mesmo preciso fazer uma compensação com uma boa alimentação diária.

O alho poró, palavras da doutora, “é amor”(lembra desta expressão? Quer dizer pleno em funcionalidade, que só faz bem), ele tem várias vitaminas como A, C e complexo B e diversos sais minerais como fósforo, ferro, cálcio e potássio. Também é possível encontrar no alho-poró uma substância chamada alicina que ajuda a melhorar o sistema imune, reduz as taxas de colesterol e tem ação anti-inflamatória. Esse alimento também consegue concentrar altas quantidades de flavonoides, poderosos antioxidantes que também possuem ação anti-inflamatória e antibacteriana.

 Também é rico em fibras, melhora a digestão e fornece saciedade. Díurético, ajuda eliminar toxinas e possui baixo índice calórico,ótimo para dietas.

E como se tudo isto não bastasse ele confere uma certa elegância nas receitas mais simples.

Sem dúvidas, a melhor maneira de manter as propriedades benéficas do alho-poró é consumir cru. Caso você não goste dessa maneira, pode cozinhar um pouco, no vapor, ou assar até que fique “al dente”. O ideal é que ele seja consumido de forma imediata porque existem algumas substâncias com alta volatilidade, ou seja, evaporam rapidamente. Ele pode fazer parte de saladas, patês e até mesmo do arroz de todo dia. Ele deve ser armazenado na geladeira por, no máximo, de 3 a 5 dias.Como vê, não é difícil ir incluindo bons alimentos e transformando a refeição em algo, além de prazeroso, saudável.

Fonte:

Dra. Juliana Gabriel 

@dra.julianagabriel

www.julianagabriel.com.br

 

Açafrão na dieta!

Recentemente estive em uma palestra sobre alimentação de alta performance e que comumente as pessoas confundem como uma alimentação para atletas ou para pessoas focadas no fitness.

Os alimentos são “combustíveis” para realizarmos nossas tarefas diárias ,ter uma alimentação saudável é essencial para alcançar uma maior qualidade de vida, pois hábitos alimentares adequados proporcionam ao nosso organismo condições para uma vida mais saudável, acrescentando anos com muita saúde, produtividade alta e disposição.

O nosso padrão de alimentação vem mudando ao longo do tempo, pois estamos comendo mais produtos industrializados do que versões in natura e o número de casos de adultos e jovens com doenças crônicas como a obesidade, hipertensão, doenças cardiovasculares esta aumentando no mundo todo.

São muitos os conselhos e no início parecem difíceis, como escolher lugares tranquilos, mastigar lentamente, não comer em frente a tv, organizar-se, optar por alimentos saudáveis e in natura ou fazer substituições saudáveis.

Mas i ideal é lembrar que nenhum alimento é proibido, todo alimento é permitido se consumido conscientemente, de forma moderada.

Então minha dica é que vá introduzindo aos poucos em sua rotina itens como temperos, que são magicamente medicinais e que, no início, não afetam drasticamente seus hábitos.

Minha dica de hoje é o açafrão-da-terra, gengibre amarelo  ou cúrcuma, que segundo a endócrino Juliana Gabriel “é amor” (Quer dizer pleno em funcionalidade, que só faz bem!) e vocês irão me ver falando dela várias vezes porque, apesar de eu não ser vegetariana ou vegana, estou sempre em busca de orientações e aprendizados sobre melhora da performance pelos alimentos.

Voltando as qualidades deste outro em pó:

É um aliado do cérebro e ajuda na perda de peso.

Este tempero se destaca pela ação antienvelhecimento e antioxidante e segundo uma pesquisa da Universidade da Califórnia é capaz de reduzir o risco da doença de Alzheimer. A cúrcuma também protege contra diversos tipos de câncer e tem ação anti-inflamatória.

Também contém diversos minerais e vitaminas, com destaque para o potássio, que ajuda a controlar a pressão arterial e previne derrames. É fonte de vitaminas C, aliada da imunidade, e vitamina B6, que é benéfica para o cérebro.

E como se tudo isto não bastasse deixa seu arroz com um amarelo lindo e realça o vermelho dos seus molhos.

Fonte:

Dra. Juliana Gabriel

@dra.julianagabriel

www.julianagabriel.com.br